Atenção, um “CPF” à deriva



                                      Atenção, um “CPF” à deriva

 O que vou expor aqui é uma opinião pesquisadora voluntária na área de saúde natural, sem domínio na área de botânica.  Meu objeto de interesse óleo e resina nativos e abrasileirado, dito isso, tenho pesquisa sobre o assunto e para minha surpresa tenho me deparado uma coisa estranha

O fato é alguns nomes de científico do óleo resina de Copaíba (Copaifera langsdorffii Desf.)  e Pau-rosa (Aniba rosaeodora Lauraceae), vem sem alterados e substituindo parte pelo nome Duke. Pense! como foi difícil pesquisar assunto com tal alteração e olhe sou brasileira, portanto, sou terra de ambas as plantas e pesquiso em língua portuguesa tive muita dificuldade em descobre o que estava acontecendo, agora imagine você, para estar no exterior fazendo pesquisa Pau-rosa ou óleo resina copaíba, seja para comprar seja para estudar, até descubra que se trata de uma alteração de nome cientifico vai perder tempo, sem necessidade acho eu

Tal alteração segundo minhas pesquisa é para homenagear o botânico Adolfo Duke em razão contribuição área de botânica na Amazonas, não vou entrar no mérito, ainda não me sinto à vontade para isso, mas, alterar o “CPF” ou melhor o nome Científico de plantas, penso, que nem um botânico com o bom senso sequer cogitaria isso em razão da oficialidade que envolve desconstruir ou construir nome científico.

Agora pense, o mercado de resina e de óleo já não está auge de sua de vendas, no nem mercado interno e nem exterior, soma-se isso falta normas brasileira de regulamentação, paralelo isso estão as ISOs 4720 e 9235, que regulamento no plano internacional as vendas de óleo e resina, que dentre outras exigências está o nome científico, este tipo de alteração acho que deveria ser pensado com mais critério, afinal vi que há Parque ambiental outro espaço homenageando senhor Adolfo Duke.

Rose Copaíba 

 


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